25 agosto 2008

FDS

Fim-de-semana grande, apesar de ter tido os mesmos dias que os outros.
Apetece-me dormir. Esta segunda-feira está longa, a manhã foi do tamanho de um dia.

20 agosto 2008

NOVA VIDA

há já bastante tempo que não venho aqui. Pensei e repensei. Fecho o blogue, não fecho. O que é certo é que não tenho tempo para escrever aqui.
Por outro lado, os poucos leitores que tinha já cá não vêm. Perderam o hábito.
Pensei então que podia abrir o espaço, uma vez que ninguém o lia. Servia para mim, para fazer de eco dos meus pensamentos. Não para ser escritora iluminada, mas para servir de muro das lamentações, desabafos, e tentativas de textos-a-puxar-pá-poesia-mas-que-não-rimam.
Por isso, prometo (não sei bem a quem) que vou reabrir a porta. E, pelo menos, tentar escrevinhar qualquer coisa aqui todos os dias.

18 dezembro 2007

Brincar

brincar no frio das palavras. das mensagens. Brincar no cheiro da chuva, das memórias. Sonhar com os laços, com as etiquetas. Longe tão longe.

09 maio 2007

no fim

ou no princípio.
Apesar de não quereres saber, há sempre um fim, que é sempre um princípio. De nada, ou melhor: de medos, incertezas e futuros. Conjugações, previsões, aspirações e suposições.
No fim há sempre o principio…..nem que mais não seja de reinventar a vida.
De pegar nos restos e juntar, mais uma vez, um a um, os cacos. Os sacos. Cheios de restos de vida que agora já não é, e não vai ser nunca igual.
Depois há as caixas de papel. Novas. Que serviram a outros e nos foram dadas. Na da televisão vão os livros. Na caixa do aspirador vão os sapatos. E vamos andando assim na vida. Caixas, sacos…empacotamos tudo. Empacotamos sentimentos para mais tarde os reabrirmos. Deixarmos brotar para outros espaços. Subirem outras escadas, calçarem outros corações. Abre as caixas, abre os sacos e espalha os teus retalhos de vida noutras paredes de outras cores.

Dores e cores noutras moradas, a tentar ir mais longe e ser mais feliz.

O fim de tudo é o recomeço. Como diz o outro: