13 julho 2006

tenho

andada avessa a estas coisas das palavras no blog. É resultado de um misto de falta de tempo e de falta de vontade, confesso.
Estas duas semanas que se seguem não vou poder escrever aqui. Vou de férias, ou melhor, a segunda parte das férias.

20 junho 2006

se

pudesse acabava com as parvoíces que tantas vezes vejo neste meu local de trabalho.
Acabava com caras feias de má vontade, com gente de ideias pequenas, engelhadas e bafientas.
Há dias em que acho que há tanta gente a ocupar os lugares de quem quer trabalhar.
Há pessoas que passam pela vida rabugentas , não conseguem ser simpáticas com ninguém. Há pessoas assim e a mim custa-me falar com elas.
Há dias em que sinto que tenho que me impor mais. Há dias em que tenho mostrar quem manda. Devia chamar a atenção desta e daquela. Devia dar dois berros a uma, andar de cara feia para outra, tirar o tapete de quem se acha rainha e senhora. Mas não consigo, não sou capaz. Em vez disso procuro levar tudo sem stresses, sem exigências em demasia.
Normalmente quem fica pendurada sou eu. Mas o ambiente é bom e não há conflitos entre as colegas. Eu é que tenho as úlceras. Eu é que respondo perante terceiros e sou eu que sou zelo pela harmonia entre as meninas. Sou eu que recebo o mesmo que os outros.
Não se enganem, é fácil trabalhar aqui. É fácil trabalhar com estas pessoas. Não é fácil é ser eu.

há dias

em que acordo com preguiça de mim.

09 junho 2006

Roubo, Plágio descarado:

Nas minhas voltas por blogues e a propósito deste texto.
Encontrei o comentário que subscrevo:

Nascidos antes de 1986
De acordo com os reguladores e burocratas de hoje, todos nós que nascemos nos anos 60, 70 e princípio de 80 não devíamos ter sobrevivido até hoje, porque as nossas caminhas de bebé eram pintadas com cores bonitas em tinta à base de chumbo que nós muitas vezes lambíamos e mordíamos.
Não tínhamos frascos de medicamento com tampas "à prova de crianças" ou fechos nos armários e podíamos brincar com as panelas.
Quando andávamos de bicicleta, não usávamos capacetes.
Quando éramos pequenos viajávamos em carros sem cintos e airbags - viajar à frente era um bónus.
Bebíamos água da mangueira do jardim e não da garrafa e sabia bem. Comíamos batatas fritas, pão com manteiga e bebíamos gasosa com açúcar, mas nunca engordávamos porque estávamos sempre a brincar lá fora. Partilhávamos garrafas e copos com os amigos e nunca morremos disso.
Passávamos horas a fazer carrinhos de rolamentos e depois andávamos a grande velocidade pelo monte abaixo, para só depois nos lembrarmos que esquecemos de montar uns travões. Depois de acabarmos num silvado aprendíamos.
Saímos de casa de manhã e brincávamos o dia todo, desde que estivéssemos em casa antes de escurecer.
Estávamos incontactáveis e ninguém se importava com isso.
Não tínhamos Play Station, X Box. Nada de 40 canais de televisão, filmes de vídeo, home cinema, telemóveis, computadores, DVD, Chat na Internet.
Tínhamos amigos - se os quiséssemos encontrar íamos à rua.
Jogávamos ao elástico e à barra e a bola até doía! Caíamos das arvores, cortávamo-nos, e até partíamos ossos mas sempre sem processos em tribunal. Havia lutas com punhos mas sem sermos processados.
Batíamos às portas de vizinhos e fugíamos e tínhamos mesmo medo de sermos apanhados.Íamos a pé para casa dos amigos. Acreditem ou não íamos a pé para a escola; não esperávamos que a mamã ou o papá nos levassem.
Criávamos jogos com paus e bolas.
Se infringíssemos a lei era impensável os nossos pais nos safarem, eles estavam do lado da lei.
Esta geração produziu os melhores inventores e desenrascados de sempre. Os últimos 50 anos têm sido uma explosão de inovação e ideias novas. Tínhamos liberdade, fracasso, sucesso e responsabilidade e aprendemos a lidar com tudo.

Esta mensagem é para aqueles que tiveram a sorte de crescer como verdadeiras crianças, antes dos advogados e governos regularem as nossas vidas, "para nosso bem".
Para todos os outros que não têm idade suficiente pensei que gostassem de ler acerca de nós.
Isto meus amigos é surpreendentemente medonho ... e talvez ponha um sorriso nos vossos lábios:
A maioria dos estudantes que estão nas universidades hoje nasceram em 1986...chamam-se jovens. Nunca ouviram "we are the world" e uptown girl conhecem de westlife e não Billy Joel. Nunca ouviram falar de Rick Astley, Banarama ou Belinda Carlisle.
Para eles sempre houve uma Alemanha, um Vietname e um 25 de Abril.
A SIDA sempre existiu.
Os CD's sempre existiram.
O Michael Jackson sempre foi branco.
Para eles o John Travolta sempre foi redondo e não conseguem imaginar que aquele gordo fosse um dia deus da dança.
Acreditam que Missão impossível e Anjos de Charlie são filmes do ano passado.
Não conseguem imaginar a vida sem computadores.
Não acreditam que houve televisão a preto e branco.

Calor ou talvez não

Não sei se será do calor, se é mesmo preguiça.
Mas ultimamente passo a vida a copiar palavras alheias.....